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Entenda
o IC Agro

O Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro) apresenta informações sobre a percepção econômica do Brasil e do agronegócio por produtores agropecuários, cooperativas e indústrias ligadas ao segmento. Os resultados são direcionados àqueles que desejam aprofundar o conhecimento estratégico do setor.

Sobre o Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro)

Apurado trimestralmente pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro) mede, por meio de um conjunto de variáveis, a expectativa dos agentes do setor em relação ao seu negócio e ao ambiente econômico de forma geral. A pesquisa é feita com os três elos que compõem o segmento:

  • Antes da porteira da fazenda: indústria de fertilizantes, máquinas e implementos, sementes e defensivos, nutrição e saúde animal, cooperativas, revendas, bancos, entre outros.
  • Dentro da porteira: produtores agropecuários.
  • Depois da porteira da fazenda: indústria de alimentos, de energia, tradings, cooperativas, armazenadores e operadores logísticos.

Para dar robustez aos resultados, outros levantamentos são realizados em paralelo: o Perfil do Produtor Agropecuário, o Painel de Investimentos e a Sondagem de Mercado. Embora eles não entrem na composição do Índice de Confiança, essas sondagens ajudam a explicar o seu resultado.

O Painel de Investimentos, medido anualmente, mostra a intenção de investimentos do produtor agropecuário brasileiro em Custeio, Máquinas e Implementos Agrícolas, Infraestrutura e Gestão de Pessoas e ajudam a entender o comportamento dos mercados de insumos.

A Sondagem de Mercado, com uma periodicidade trimestral, aborda os resultados de temas relevantes para o agronegócio brasileiro, como: período de aquisição de insumos, mix de financiamento, adoção de tecnologias, veículos de comercialização, entre outros.

A partir da mesma amostra que compõe o Índice de Confiança, o Perfil do Produtor Agropecuário apresenta informações sobre sua escolaridade, sucessão, processo de tomada de decisão de compra, gestão do negócio, interação com a indústria e cooperativas, visão sobre o Governo, problemas enfrentados, entre outras informações.

Metodologia

O Índice de Confiança do Agronegócio é resultado dos levantamentos sobre a expectativa nos três elos da cadeia: antes, dentro e depois da porteira da fazenda.

Painel B Painel A Painel C
  • Insumos (fertilizantes, sementes e defensivos)
  • Indústria de Máquinas e Implementos
  • Fabricantes de Silos
  • Cooperativas
  • Revendas
  • Bancos
  • Produtores Agrícolas (culturas de soja, milho, trigo, arroz, cana, café, citrus, algodão)
  • Produtores Pecuários (corte e leite)
  • Indústria Processadora
  • Cooperativas
  • Trading
Índice de Confiança da Indústria
(ANTES da porteira)
Índice de Confiança do Produtor
(DENTRO da porteira)
Índice de Confiança da Indústria
(DEPOIS da porteira)
Pesos: Painel B=17%; Painel A=42%; Painel C=41%. De acordo com a participação no PIB-Cepea/USP

Dentro da porteira da fazenda, foram realizadas 1500 entrevistas para a formação de um painel com 645 produtores agropecuários de diversas culturas, localizados em 16 estados brasileiros. Foi considerado na pesquisa o porte, a cultura e a região dos produtores.

Com 95% de confiança, a amostra representa os produtores que respondem pela formação do Valor Bruto da Produção agropecuária brasileira (VBP). São consumidores de tecnologia e de serviços das indústrias, cooperativas e representam o dinamismo do setor.

Produtor Agrícola UF Pequeno Médio Grande
PR, SC, RS, SP, MG, ES, PE, AL < 100 101 a 500 > 500
GO, MS < 500 501 a 3.000 > 3.000
PA, MT, MA, PI, TO, Oeste BA < 1.000 1.001 a 5.000 > 5.000
*Área em hectare
Pecuarista UF Pequeno Médio Grande
Gado de Corte < 500 500 a 3.500 > 3.500
Gado de Leite < 50 51 a 200 > 200
*Número de cabeças

Para calcular o resultado do elo Dentro da Porteira, o levantamento considerou um conjunto de variáveis, agrupadas da seguinte forma:

  • Condições do Negócio, com peso de 30% na composição do índice
  • Condições Gerais, com peso de 70%.
Condições Atuais
30%
Expectativas
70%
30% Condições do Negócio Custos de Produção
Preço de Venda
Produtividade
Oferta de Crédito
70% Condições Gerais Brasil
Região
Setor

No caso da apuração dos elos “Antes e Depois da Porteira”, as variáveis são:

  • Condições do Negócio, com peso de 30% na composição do índice
  • Condições Gerais, com peso de 70%.
Condições Atuais
30%
Expectativas
70%
30% Condições do Negócio Vendas
Margem
Rentabilidade
Oferta de Crédito
70% Condições Gerais Brasil
Região
Setor

No caso do índice do produtor agropecuário, a composição da amostra por cultura é proporcional à sua participação na formação do Valor Bruto da Produção. Dessa forma, em ordem decrescente da quantidade de produtores entrevistados estão: soja, cana-de-açúcar, milho, café, algodão, arroz, laranja, trigo. Somam-se aos produtores agrícolas, os pecuaristas de corte e leite.

Para o cálculo do resultado final do Índice, são atribuídos pesos distintos aos três elos pesquisados, de acordo com a participação de cada segmento na formação do PIB do agronegócio, seguindo a metodologia utilizada pelo CEPEA/USP

Conheça a Equipe

Sobre o Deagro

Desde a sua criação em 2007, o Departamento do Agronegócio (Deagro) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) coordena várias iniciativas para fortalecer a competitividade do agronegócio brasileiro. Disponibilizar estudos e levantamentos estratégicos à sociedade em geral e ao setor em particular, insere-se nesse contexto. O Índice de Confiança do Agronegócio soma-se à publicações como Agronegócio Brasileiro: Características, Desempenho, Produtos e Mercados, O Peso dos Tributos sobre os Alimentos no Brasil, Brasil Food Trends 2020, Outlook Fiesp 2023 – Projeções para o Agronegócio Brasileiro. Além desses trabalhos, os boletins informativos e outros estudos estão disponíveis no site da Fiesp.

Sobre o OCB

A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) é o órgão máximo de representação das cooperativas no país. Foi criada em 1969, durante o IV Congresso Brasileiro de Cooperativismo.

Entre suas atribuições, a OCB é responsável pela promoção, fomento e defesa do sistema cooperativista, em todas as instâncias políticas e institucionais. É de sua responsabilidade também a preservação e o aprimoramento desse sistema, o incentivo e a orientação das sociedades cooperativas.

Sua missão é representar o sistema cooperativista nacional, respeitando a sua diversidade e promovendo a eficiência e a eficácia econômica e social das cooperativas.

A visão da OCB é ser reconhecida como entidade de excelência, promotora da sustentabilidade do cooperativismo nacional e da promoção socioeconômica das pessoas que o integram.


Equipe Fiesp

Presidente
Paulo Skaf

Departamento do Agronegócio
Diretor Titular:
Mario Sergio Cutait

Diretores

Divisão de Insumos:
Welles Clovis Pascoal

Divisão de Produtos de Origem Vegetal:
Nathan Herszkowicz

Divisão de Produtos de Origem Animal:
Francisco Sérgio Turra

Divisão de Nozes e Castanhas:
José Eduardo Mendes Camargo

Gerente:
Antonio Carlos P. Costa

Equipe Técnica:
Anderson dos Santos
Fabiana C. Fontana
Gregory Honczar

Equipe OCB

Presidente
Márcio Lopes de Freitas

Superintendente
Renato Nobile

Gerente Geral
Tânia Zanella

Gerência Técnica e Econômica (Getec)
Gerente:
Clara Pedroso Maffia

Coordenador do Ramo Agropecuário:
Paulo César Dias do N. Júnior

Equipe Técnica:
Pedro Rodrigues Silveira
Marco Olívio Morato
João José Prieto Flávio


Contato Fiesp

Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP
Departamento do Agronegócio – Deagro
Av. Paulista, 1313, 5º Andar
CEP: 01311-923 – São Paulo – SP
(11) 3549.4434
www.fiesp.com.br deagro@fiesp.org.br

Contato OCB

Organização das Cooperativas Agropecuárias – OCB
Gerência Técnica e Econômica - Getec
SAUS (Setor de Autarquias Sul), Quadra 4, Bloco I
CEP: 70070-936 – Brasília, DF
(61) 3217-2150
www.ocb.org.br gerenciatecnica@ocb.coop.br