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Resultados

O Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro) mensura, por meio de entrevistas com produtores agropecuários, a percepção econômica em geral, do Brasil e do estado, além da condição específica do negócio, das indústrias e cooperativas que atuam nos diferentes elos da cadeia. A divulgação é trimestral, juntamente com o painel de investimentos.

A Confiança do Agronegócio brasileiro apresentou queda de 2 pontos no primeiro trimestre de 2014, em comparação ao último trimestre de 2013. O Índice variou de 104,5 para 102,7 pontos, mostrando ainda um otimismo por parte do agronegócio brasileiro, porém com uma percepção ainda mais cautelosa em todos os elos da cadeia.

confiança do elo formado pelos “Produtores Agropecuários” apresentou uma pequena variação negativa, de 0,4 ponto, assim como das “Indústrias Pós Porteira”, que oscilou 0,6 ponto no mesmo sentido. Já a “Indústria Antes da Porteira da Fazenda”, apresentou o recuo mais significativo, de 8 pontos, passando de 109,8 para 101,9 pontos, sendo o elo que mais pesou na redução, ainda que pequena, do índice geral.

O resultado da “Indústria Antes da Porteira da Fazenda” foi influenciado especialmente pelo segmento de máquinas agrícolas, em linha com o resultado das vendas no primeiro trimestre de 2014, que apresentou um recuo de 21,3% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

No caso do produtor agrícola, as preocupações com a produtividade e com a situação da economia brasileira foram os itens que mais influenciaram o resultado para baixo, sendo que a economia brasileira, que já aparecia no levantamento do último trimestre de 2013 como um dos principais destaques negativos, ficou ainda mais agora.

Por outro lado, de forma geral, pesaram positivamente as expectativas dos agricultores em relação aos preços, às condições da região e a confiança no setor, resultado influenciado de forma importante pelos produtores de milho e café. A forte valorização das cotações, de 24% para o primeiro e de 59% para o segundo ao longo do primeiro trimestre do ano, está em linha com o resultado, bem como a mudança de humor do produtor de café, que se mostrou pessimista no levantamento anterior.

Já o produtor pecuário está ainda mais pessimista com a situação da economia brasileira. O custo de produção foi destaque negativo, influenciado pelo forte aumento do preço do bezerro, acima das variações do boi gordo, afetando o custo de reposição da pecuária de corte, e também pela alta do milho, principal fonte de energia da ração animal (afetando confinamentos e pecuária de leite).

Por outro lado, a confiança no setor e a expectativa em relação aos preços na pecuária de corte ajudaram a puxar o resultado para cima. Certamente, o aumento observado nos preços da arroba do boi, que bateram recordes sucessivos ao longo do primeiro trimestre do ano, e chegando a R$ 124/@ em março (+27% sobre o mesmo mês em 2013), explicam este resultado.



A seguir, são apresentados os resultados em cada elo da cadeia produtiva. Os destaques podem ser encontrados através do download.

Produtor Agrícola
98,2
Índice do Produtor Agropecuário *
(Produtor Agrícola e Pecuário)
97,1
Produtor Pecuário
93,7
* Agricultura = 75% e Pecuária = 25%
Abaixo de 100 indica pessimismo. Acima de 100 indica otimismo.
Antes da Porteira*
101,9
Índice da Indústria
(Antes e Depois da Porteira)
106,7
Depois da Porteira*
108,7
* Antes da Porteira = 30% e Depois da Porteira = 70%
Abaixo de 100 indica pessimismo. Acima de 100 indica otimismo.
Antes da Porteira
97,1
Produtor Agropecuário
102,7
Depois da Porteira
106,7
Abaixo de 100 indica pessimismo. Acima de 100 indica otimismo.